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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

JOSÉ REIS É PRÊMIO DO CNPq E ESTÁ NA WIKIPEDIA

ACERVO JOSÉ REIS NA ABRADIC;Glória Kreinz divulga







O Projeto José Reis Unidade na Diversidade, de minha autoria em 1995, começou um trabalho de resgate da obra de José Reis. Em 1996 Crodowaldo Pavan começou a trabalhar comigo, entusiasmado com este projeto, e ficou até o ano de sua morte, 2009.

Outros nomes se juntaram nesta pesquisa, Renato Pignatari, Luciana Dias de Moraes, Mauro Celso Destácio, Marcelo Afonso,Osmir Nunes e assim surgiu o primeiro volume da coleção Divulgação Científica, em 1998, pelo Núcleo José Reis.

Esta equipe continua comigo, menos Luciana, com quem mantenho contato.Os anos passaram depressa, mas gostamos do que fazemos, como nos ensinou o mestre Crodowaldo Pavan.

E tem muito ainda para ser feito. José Reis tem uma obra vastíssima, e só o acervo que o seu sobrinho, Fernando Reis, deixou para a ABRADIC,já se constitui em imenso legado de pesquisa.

Mas tem o acervo José Reis, e este está com a Reitoria da USP, por responsabilidade de professores e pessoas que gostam de manter bibliotecas fechadas.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

MARCELO ROQUE - HOMENAGEM A CRODOWALDO PAVAN E JOSÉ REIS




www.abradic.com
www.abradic.com/njr



Marcelo Roque
Homenagem a Crodowaldo Pavan e José Reis

O BELO

José Reis já sabia,
e também Pavan,
que bela, sempre foi a flor
antes mesmo do olhar
e do amor...

"Homenagem a estes dois grandes cientistas,
José Reis e Crodowaldo Pavan, que sempre
perceberam a intrínseca relação existente
entre a beleza, a ciência e a natureza"

Marcelo Roque

sábado, 9 de outubro de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

POEMA PARA MINHA MÃE, DE MARCELO ROQUE,HOMENAGEM ÀS MÃES DESTE BLOG, COM CARINHO; A ROSA...GLÓRIA KREINZ DIVULGA


POEMA PARA A MINHA MÃE
Não há cheiro melhor neste mundo, que o cheiro de minha mãe
Este cheiro de afeto fresco
que se espalha por todos os cômodos,
frestas,
portas e janelas
E demais cantos de minha vida
E não há olhar mais triste
e nem mais feliz, que o olhar de minha mãe
Um olhar,
que ao mesmo tempo que me implora pra ficar,
se encanta,
com o mais ousado dos meus vôos
Quem dera se todos os filhos
aprendessem sobre o amor com suas mães
Assim, como a semente aprende com a terra
sobre os segredos da vida,
ainda que sem saber
Quem dera se todos os filhos
embalassem nos braços suas mães,
e também lhes cantassem para dormir,
soprando aos seus ouvidos
os mais belos sonhos da infância
E quem me dera poder roubar do tempo
sua flor da eternidade
Somente para planta-la em seu jardim, minha mãe ...
Quem me dera,
quem me dera,
quem me dera ...
Marcelo Roque

sábado, 1 de maio de 2010

ADMIRAVEL MUNDO NOVO, VÍDEO POEMA DE MARCELO ROQUE, HOMENAGEIA NOMES DA CIÊNCIA;GLÓRIA KREINZ DIVULGA


Admirável Mundo Novo
Sejam as máquinas visíveis ou invisíveis
é o meu sangue quente
que corre entre suas juntas frias
Alimentando-as com a vida, até então,
restrita as fibras de minha carne
Reinventando assim o meu corpo
e expandindo minh'alma,
para além das fronteiras do meu peito
Marcelo Roque